Esta amargura mói-me todas as manhas. Porque me sentirei com tanta raiva?
Será de ti? Deste sentimento vazio que me transmites ao ver-te acordar, as tuas frases curtas e secas. Da tua pouca vontade de nutrir no íntimo carinho por mim, já não sinto o teu respirar junto do meu pescoço, estás comigo ou simplesmente integraste no que evito?
Não quero ser parte do problema. Mantenho-me distante do que não me é indiferente ao olhar. Não quero ser púrpura, não quero ser quadrada.
Quero escolher e ser eu própria.
Quero ser o oceano, aqui e agora.
Não me escutas, não me sentes, não me tens. Desisti e afoguei-me na minha insolência e na recordação da nossa canção.
Éramos a ilusão de um sol brilhando em plena escuridão, amor acabado de mãos dadas por sepulturas censuradas. Um tempo em contagem final por uma rápida reflexão de mentiras esperadas e um olhar semicerrado á espera da última badalada de uma noite fria e de vento cortante de Inverno.
Então penso “morro hoje, sangro amanha.”
Nisto a esperança é a última aparecer. O último Adeus é o primeiro. Difícil aceitar um amor acabado mas fácil esquecer um amor falhado.
Não vou mais desesperar e ansiar pela minha queda , o relógio corre e a cura espera-me.
Será de ti? Deste sentimento vazio que me transmites ao ver-te acordar, as tuas frases curtas e secas. Da tua pouca vontade de nutrir no íntimo carinho por mim, já não sinto o teu respirar junto do meu pescoço, estás comigo ou simplesmente integraste no que evito?
Não quero ser parte do problema. Mantenho-me distante do que não me é indiferente ao olhar. Não quero ser púrpura, não quero ser quadrada.
Quero escolher e ser eu própria.
Quero ser o oceano, aqui e agora.
Não me escutas, não me sentes, não me tens. Desisti e afoguei-me na minha insolência e na recordação da nossa canção.
Éramos a ilusão de um sol brilhando em plena escuridão, amor acabado de mãos dadas por sepulturas censuradas. Um tempo em contagem final por uma rápida reflexão de mentiras esperadas e um olhar semicerrado á espera da última badalada de uma noite fria e de vento cortante de Inverno.
Então penso “morro hoje, sangro amanha.”
Nisto a esperança é a última aparecer. O último Adeus é o primeiro. Difícil aceitar um amor acabado mas fácil esquecer um amor falhado.
Não vou mais desesperar e ansiar pela minha queda , o relógio corre e a cura espera-me.
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